* Que venha... *

imagem : Duy Huynh

que me venha
a poesia
segredada
ao ouvido
que a reconhece
música cantada
á língua
que só experimenta
a palavra falada

que me venha
a poesia
se.gre.ga.da
partida em
pedras de cristal
feito luz
múltipla em cores
feito som natural
de fonte
de rio
de silêncio
preso em cada
canção não entoada

Úrsula Avner

11 comentários:

Angélica Lins disse...

Hino.

[Beleza de ler,
ouvindo no coração]

Assis Freitas disse...

bela canção, fonte perene


beijo

A.S. disse...

A poesia vem... não precisamos chamar. Basta olhar á nossa volta pois ela nos envolve com todo o seu encanto!

Abraço!
AL

Adriana Godoy disse...

Pois é, Úrsula, que venha a poesia sempre...

Colecionadora de Silêncios disse...

Parabéns, Úrsula!

Vc escreve de forma única... se expressa de maneira singular mesmo! Gosto muito do seu canto, viu? Lindo o seu poetar!

Beijos :)

Patrícia Gonçalves disse...

Que se faça a poesia! Belo poema!

bj

dade amorim disse...

Um lindo poema e um duplo movimento.
Beijo.

Mirze Souza disse...

Perfeito, Úrsula!

Ela sempre virá à você em segredos que por sorte nossa os lemos.

Beijos

Mirze

Úrsula Avner disse...

Obrigada a todos os amigos e amigas que aqui registraram seu carinho em adoráveis palavras. Um abraço a cada um (a).

Hercília Fernandes disse...

Lindo poema, Úrsula.
Que venham versos assim: repletos de sons, sabores, sentidos; vindos da fonte do rio do silêncio = da alma!

Belo post, amei!
H.F.

Lou Vilela disse...

Belo poema, Úrsula! Que assim seja!

Beijos